Uma activista alemã, abusada sexualmente por três homens em Janeiro, quando ajudava refugiados na cidade de Mannheim, mentiu sobre a etnia dos violadores para não incitar mais o ódio e o racismo.

Ap√≥s os abusos, Selin G√∂ren, de 24 anos, e porta-voz nacional do movimento jovem de esquerda ‚ÄúSolid‚ÄĚ, em vez de dizer que os atacantes falavam √°rabe ou farsi, afirmou √† pol√≠cia que falavam em alem√£o.

Selin temia a repercussão do caso sobre os migrantes, como tinha acontecido após os crimes sexuais em série em Colónia na noite de passagem de ano.